Eu sou Jaime Trindade, artista plástico aqui de Embu das Artes. Muita gente conhece minhas telas prontas, penduradas na parede. Mas a parte que mais me emociona acontece antes disso, no processo. É ali que a obra se revela, camada por camada, no ritmo do pincel.

Camada por camada, no meu ritmo

Grafismos da Alma, do esboço à tela pronta

Tem uma pintura recente, 150x100 cm, em tinta acrílica, que resume bem essa jornada. Foi uma tela construída aos poucos, como todo quadro grande pede: primeiro o desenho, depois os volumes, e as cores entrando uma a uma, cada uma no seu tempo certo. Foi tudo feito à mão, sem pressa, no meu ritmo, ali no que gosto de chamar de meu paraíso dentro do ateliê. Dá pra ver esse processo no Instagram.

Quem quiser acompanhar como essa construção começa pode assistir, no meu canal, ao esboço em preto e branco de uma tela de 130x90 cm que vai para os EUA. Nessa fase eu faço só a marcação da composição, com tinta acrílica preta, definindo luz, sombra e volume. A cor vem depois, e é a etapa que eu mais espero: quando a tela ganha vida de verdade.

Uma selva pintada em cinco partes

Outro exemplo que venho compartilhando é uma tela de 150x100 cm em óleo, com o processo dividido em cinco partes. Na terceira, o foco foi dar vida a uma bromélia vermelha bem vibrante, trazendo um pouco da nossa flora para dentro daquele cenário tropical. Foi um momento em que senti a selva ganhando forma diante de mim. Essa etapa está registrada aqui.

Na quarta parte, com a participação de lylandratrindade.arte, o desafio mudou de figura. Ali o foco era outro: dar vida e contraste. As orquídeas pediam delicadeza, a borboleta trazia cor vibrante, e as bromélias tinham uma textura que exigia atenção própria. É uma fase de ajuste fino, onde cada escolha aparece no resultado final. A parte 4 está no Instagram.

Grandes formatos pedem presença

Trabalhar em telas grandes exige atenção redobrada. Repito bastante aqui no ateliê: numa tela grande, cada pincelada pesa diferente. O formato amplia tudo, o acerto, a textura, a emoção que fica ali dentro. Por isso registro cada etapa com carinho, do primeiro traço até o verniz final.

Esse processo do esboço ao verniz é o mesmo caminho que uso quando pinto meus retratos indígenas: a composição em preto e branco primeiro, depois a cor entrando aos poucos até o rosto ganhar presença na tela. Se quiser acompanhar mais desse dia a dia no ateliê, sigo postando no Instagram e no YouTube.

Obras disponíveis e encomendas: é só me chamar no WhatsApp. E pra ver onde esse processo termina, veja as obras disponíveis na loja. Quer uma obra só sua? Conheça os trabalhos personalizados.

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